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sábado, 15 de junho de 2013

Acríticos conformados: uma forte tendência na igreja brasileira


Um perigoso bloqueio intelectual está sendo inserido na mente dos cristãos da igreja brasileira. Trata-se de uma onda de conformismo acrítico, ou seja, a aceitação cômoda de não criticar as palavras e atitudes das pessoas no ambiente eclesiástico, impossibilitando o crente de provar pensamentos e atitudes de maneira bíblicamente racional.

O apóstolo Paulo adverte que a nossa fé não deve ser irracional: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1, negrito meu). O reformador Calvino alertou que “a fé não consiste na ignorância, senão no conhecimento; e este conhecimento há de ser não somente de Deus, senão também de sua divina vontade.”Excluindo o senso racional, o cristão ficará intelectualmente enfraquecido e mais propício a aceitar os enganos dos falsos profetas que Cristo nos alertou: “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24:11).

Em primeira análise, percebemos que este bloqueio intelectual é resultante dos famosos terrorismos espirituais, causados por clichês como “não toqueis nos ungidos de Deus” e “não devemos julgar”, que infelizmente são ensinados e defendidos por muitos líderes. Porém, é importante salientar que na verdade trata-se de conceitos teológicos errôneos, dos quais tem como objetivo impossibilitar a pessoa de desenvolver suas faculdades mentais de raciocínio lógico, facilitando o falso líder a ter um controle manipulável dos membros de sua respectiva comunidade.

Aqueles que são resignados a esta condição acrítica, acomodam-se na posição irracional de “crente manipulado”, bloqueando qualquer ação iniciativa e inibindo o desejo de evoluir teologicamente. Ou seja, o crente estará sujeito à restrição de qualquer questão doutrinária e/ou moral, aprisionando sua mente ao ponto de não conseguir discernir mais o certo do errado. Neste caso, as verdades absolutas estão enganosamente contidas nas palavras de seus respectivos líderes e não na Bíblia. Com isso, não há entendimento bíblico correto dos textos sagrados, fazendo com que nos ambientes eclesiais os falsos conceitos ensinados sejam tidos como verdades espirituais absolutas e inquestionáveis.

Para as pessoas nessas condições, uma exortação vinda de alguém sobre o perigo eminente decorrente de algum erro teológico, praticamente não possui efeito, pois a comodidade e a cegueira espiritual é um impedimento para tais pessoas crescerem e se aprofundarem nas verdades bíblicas, bem como desenvolver a verdadeira fé cristã com discernimento e senso crítico. Afinal, a mentira dita várias vezes pelo falso líder torna-se verdade absoluta e a ideia apócrifa do “ungido de Deus incriticável” é facilmente implantada.

Na verdade, seguir este conceito é um tremendo engano, pois a Bíblia mostra exatamente o contrário! Um exemplo claro está em Atos 17:11, onde narra que os crentes de Beréia eram pessoas nobres, porque conferiram nas Escrituras o que ouviram de Paulo, para ver se, de fato, era verdade. Caro leitor, seja sincero! Você tem o costume de conferir na Bíblia tudo o que ouve e vê? Se a resposta for não, você pode estar vivendo algo parecido com o que descrevi acima.

Neste caso, é necessário uma atitude urgente, voltando-se para a Bíblia antes que seja tarde, pois se a mesma é a nossa única regra de fé e conduta, devemos tê-la como bússola para todas as nossas atitudes. Caso contrário, estaremos inconscientemente negando a Bíblia e depositando a nossa esperança em homens. O primeiro passo é desmistificar os dois pontos principais que causam o comodismo acrítico, citados no começo desse artigo.

1 – Não toqueis nos ungidos de Deus!

As passagens bíblicas utilizadas para defender que não devemos “tocar nos ungidos de Deus” são 1Sm 24:6 “E disse [Davi] aos seus homens: o Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. Dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.” e Sl 105:15 “Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas”.

Baseado nesses dois versículos, muitos líderes tendenciosos criaram uma classe especial de crentes que, segundo eles, seriam absolutamente incriticáveis ou inquestionáveis, como se fossem mediadores exclusivos entre o homem e Deus. Isso é um tremendo engano, pois o nosso único mediador é Jesus Cristo (1Tm 2:5).

Bíblicamente, ungir significa “derramar óleo sobre”. Na cultura judaica antiga, era a forma de oficializar um ofício de sacerdote, ou de reis, para credenciá-los a serem mediadores entre Deus e a humanidade. Por esta razão, Jesus é chamado de Cristo ou Messias, palavras que significam “ungido”.

Em 1Sm 24:6, Davi está falando exclusivamente de Saul, que era ungido como rei. Em Sl 105:15, o salmista fala dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Em ambos os casos, o sentido de “tocar”, segundo o contexto, significa utilizar de violência física, maltratar, estender a mão contra. Em momento algum estas passagens são direcionadas contra questionamentos e/ou críticas. Se fosse assim, invalidaria a repreensão do profeta Natan a Davi (2 Sm 12:1-15), a crítica e repreensão de Paulo para com Pedro em seu erro doutrinário (Gl. 2:11-16) e até mesmo o próprio Jesus em várias críticas e repreensões que o mesmo fez aos fariseus (Mateus 23:23 e Lucas 11:23).

No Novo Testamento, o termo “unção” (grego=chrisma) aparece apenas três vezes, dentro de uma mesma passagem, 1 Jo 2:20 e 27, na qual afirma que todos nós recebemos e temos conhecimento da “unção que vem do Santo“, ou seja, todos nós somos capacitados pelo Espírito Santo (2Co 1:21-22). Em comparação, a palavra “ungido” (grego=Christos) é direcionada exclusivamente para Cristo, nunca para os líderes da igreja, nem mesmo aos apóstolos.[3]

Portanto, não existe qualquer possibilidade exegética que dê margem para aplicar as passagens veterotestamentárias em questão aos líderes da igreja, tornando-os incriticáveis e imunes a repreensões.

2 – Não devemos julgar!

A primeira passagem Bíblica que devemos analisar, talvez seja a mais usada para afirmar que não devemos julgar aqueles que ensinam conceitos contrários as Escrituras. Trata-se de Mateus 7:1 “Não julgueis, para que não sejais julgados.” Pegando este versículo isolado, de fato, a interpretação será absoluta para “não julgar”. Porém, jamais devemos interpretar textos bíblicos de maneira isolada, retirando as passagens de seus respectivos contextos. E o contexto direto da passagem nos diz claramente que Jesus não proibiu o julgamento em si, mas um tipo de julgamento específico. Vejamos: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mt 7:2-5)

No versículo 1, Jesus disse aos judeus que eles não deveriam julgar. Já do versículo 2 em diante, Cristo dá a razão pela qual eles não poderiam julgar: o julgamento hipócrita! Os judeus estavam condenando os pecados dos irmãos, porém eles próprios estavam praticando as mesmas coisas (e até piores). Imagine como exemplo, uma mulher que abortou uma criança criticando um bandido que matou alguém em um assalto! Por fim, no versículo 5, Cristo diz que devemos primeiramente corrigir os nossos próprios pecados, para somente depois ajudar o nosso irmão, corrigindo-o de seu erro.

Outra passagem bastante utilizada pelos líderes manipuladores é Romanos 14:10, onde diz: “Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo“. Da mesma forma que Jesus, Paulo não está condenando o julgamento em si, mas sim um julgamento específico. Segundo o contexto, alguns irmãos recém convertidos eram legalistas, com isto os cristãos mais experientes estavam ficando impacientes. Paulo faz uma exortação para que os mesmos sejam mais tolerantes e não julguem os débeis (fracos) na fé, acolhendo-os com aceitação, pois com o tempo o amadurecimento viria naturalmente. Vale lembrar que, o que estava em questão não eram assuntos que comprometiam a ortodoxia cristã, mas sim pontos secundários da fé. Se fosse algo que comprometesse a fé cristã, Paulo com certeza teria outra atitude (Gl 1:6-7, 3:1-5, Fp 3:2, 18-19).

A Bíblia claramente instrui os cristãos a julgar todas as coisas. Prova disto está em João 7:24: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. No contexto da passagem, Cristo está confrontando os judeus que questionaram sua doutrina, e tinham-no acusado de ter um diabo (vs 20) e de quebrar o dia do Sábado curando um homem (Jo 5:1-16). A questão colocada por Jesus é o ato de julgar de maneira exterior e superficial, ou seja, sem conhecer realmente os fatos, tornando o julgamento injusto. O ato de julgar “pela reta justiça” tem como premissa a lei de Deus como padrão pelo qual discernimos as coisas, pois a Bíblia é a nossa única regra de fé e prática.

1ª Coríntios 5 também é uma base bíblica importante a respeito do nosso dever de julgar. No versículo 3 Paulo declara, sob a inspiração do Espírito, que ele tinha julgado um membro da igreja em Corinto que estava vivendo no pecado de fornicação. Seu julgamento a tal pessoa foi “seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. Já nos versículos 9 a 13, Paulo lembra aos santos do seu dever de julgar as pessoas que estão dentro da igreja, se elas estão ou não obedecendo à lei de Deus. Aqueles que alegam ser cristãos e são membros da igreja, mas que são julgados como sendo desobedientes a qualquer mandamento da lei de Deus (vs 9-10), devem ser excluídos da comunhão da Igreja. Paulo, sob a inspiração do Espírito, diz para a igreja não tolerar pecadores impertinentes.

Outras passagens bíblicas também indicam que é de nossa responsabilidade julgar. Jesus pergunta às pessoas em Lucas 12:57: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”. Paulo orou para que o amor dos crentes em Filipos “aumentasse mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção” (Fl 1:9). Ele disse aos Corintos: “Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo” (1 Co 1:15).

Os cristãos são solicitados a examinar tudo e reter o bem (1 Ts 5:21). Eles também são obrigados a provar se os espíritos são de Deus: “Irmãos, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas tem saído pelo mundo afora” (1 Jo 4:1). Mesmo nas reuniões cristãs eles devem “julgar” o que ouvem: “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem” (1 Co 14:29). Os Crentes de Corinto receberam ordens para julgar imediatamente a imoralidade existente entre os seus membros (1 Co 5:1-8). Mesmo o estrangeiro de passagem não deve ser hospedado se for verificado que não se trata de uma pessoa alicerçada na verdadeira fé ( 2Jo 10,11). Deve ser considerado como anátema (maldição) àqueles que apresentarem algum tipo diferente de evangelho (Gl 1:9).

Portanto, concluímos que bíblicamente é dever de todo Cristão Julgar, fazendo juízo através de suas faculdades mentais de raciocínio. Se alguém ensinar algo em desacordo com as Escrituras – mesmo partindo do líder de sua igreja, esta pessoa deve ser confrontada com a Bíblia, obviamente com respeito e submissão. Ninguém, absolutamente, é intocável ou incriticável, pois não há respaldo bíblico para afirmar que exista um nível de “unção especial” que anule o raciocínio para o entendimento de qualquer coisa falada, ensinada e praticada. Tudo deve ser conferido na Bíblia.

Por fim, alerto que este ato de julgar não significa fazer injúrias ou calúnias, com comportamentos de sarcasmo e desprezo sobre a pessoa que está no erro, mas sim deve ser feito com linguagem sadia e irrepreensível, no âmbito teológico e moral (Tito 2:7-8, 1Pe 3:15-16). Se alguém está desviando-se do Evangelho e pregando heresias, a nossa obrigação é alertar, repreender, exortar e conduzir o pecador ao entendimento bíblico (2Tm 4:2-4). Caso a disciplina seja indispensável, a mesma deve ser aplicada com seriedade, amor e tristeza, sempre objetivando o arrependimento, e não a condenação eterna do pecador, algo que cabe exclusivamente a Deus.
 
 Fonte: http://www.napec.org/

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Pastores e líderes evangélicos querem a legalização das drogas no Brasil


É deu a louca no povo "evangélico?" brasileiro, mais precisamente em alguns pastores e líderes. É que foi divulgada nota pelo jornalista Ancelmo Góis do Jornal O Globo sobre um manifesto assinado por cerca de 100 pastores e que seriam favoráveis á descriminalização das drogas.

Vejam na íntegra o manifesto e seus assinantes.

“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação.”-2 Co 5,18-19
Prezados irmãs e irmãos,
Nós, abaixo assinados (pastores e líderes de igrejas e instituições evangélicas de ação social, capelania e evangelismo no território nacional), preocupados com o agravamento e a dimensão que a questão das drogas tomou no cenário brasileiro, achamos por bem manifestar nossa contribuição.
Dados do Instituto Pro Bono revelam que só em São Paulo, cuja população é de cerca de 41 milhões de habitantes, 29 milhões de pessoas são identificadas como “potenciais usuários” dos serviços de um defensor público, ou seja, há quase 30 milhões de pessoas que não terão, segundo a sua renda e condição social, condições de pagar os serviços de um advogado para defender a sua causa.
Por outro lado, segundo dados do Infopen, publicado em um estudo do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEVUSP) sobre prisão provisória e lei de drogas, o número de presos provisórios enquadrados na lei de drogas no Brasil teve um aumento de 61,5% em cinco anos, entre 2005 e 2010.
O cruzamento desses dados indica que, nos casos em que os presos provisórios pertençam às camadas mais pobres, de bairros periféricos, e em sua maioria sejam negros e subempregados, dificilmente terão condições de lutarem pela sua liberdade e defesa de sua inocência. As arbitrariedades permitidas em casos de prisão por tráfico criam um hiato entre o encarcerado e a ajuda, salvo os esforços de vocação missionária das diversas pastorais carcerárias, missões de capelania e de evangelismos com detentos.
Influenciados pelo que nos afirma o apóstolo Paulo em sua carta aos Efésios, “Porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça e verdade (5:9)”, afirmamos que cremos neste tripé, bondade-justiça-verdade, como orientação para a construção de uma nova política pública sobre drogas e para uma mudança na lei 11.343/2006, que descriminalize o usuário e estabeleça critérios mais claros e objetivos para distinguir usuário e dependente, do traficante, assegurando ao usuário e dependente o direito constitucional á saúde, educação e projetos de requalificação profissional visando sua reintegração social.
Da Bondade: a vocação da Igreja é para transformação de vidas, sem perder a esperança e a disposição para a misericórdia. A reconstrução da vida de um “criminoso” é sempre mais difícil socialmente do que a de um doente, de alguém que tenha passado por um tratamento.
Da Justiça: a justiça bíblica não é referenciada na punição, mas no resgate. Não viola direitos do indivíduo, mas o orienta para o convívio. Não impõe formas de agir, mas chama a atenção para a presença do outro no relacionamento. A justiça deve valorizar a liberdade, e a liberdade é para o que Cristo nos resgatou. Nossas comunidades, atores importantes no acolhimento, na recuperação e no cuidado com a integralidade do ser humano (alma, corpo e espírito), não desejam serem usadas como instrumentos de privação e isolamento.
Da Verdade: a verdade deve iluminar o caminho. Isso significa não se orientar pelo medo, que muitas vezes inspira ações desesperadas, mas pelo amor, que lança fora todo o medo e busca soluções que de fato visam a recuperação, o cuidado, a dignidade, a saída dos caminhos de morte.
Pedimos portanto, a não votação do projeto 7663/2010, para que possam ser reparados e rediscutidos, artigos controversos e que comprometem a justiça e a dignidade, como a internação compulsória, a restrição de direitos, a criminalização do usuário, o fichamento dos internos e o envolvimento das instituições de ensino, além do endurecimento da pena e nenhum avanço em direção a superação dos estigmas e da marginalização, que transforma a população pobre no maior efetivo de nossas penitenciárias.
Assim portanto cremos, e em Cristo, despedimo-nos,
Abel Alves de Moraes – pastor, Comunidade Evangélica Nova Aliança
Adriano Trajano – pastor batista
Alexandre Demidoff – pastor, Igreja Cristã da Aliança
Alfredo Luiz da Costa Filho – reverendo, Igreja Presbiteriana do Brasil, Campinas, SP
André Guimarães – evangelista metodista, Rede Fale, RJ
André Marçal – pastor, Igreja Cristã da Família, SP
Anivaldo Padilha – pastor metodista, Koinonia
Ariovaldo Ramos – pastor batista
Antonia Leonora van der Meer – teóloga professora, Centro Evangélico de Missões, CEM
Caio Marçal – missionário batista, sec. executivo Rede Fale
Carlos Arnóbio – pastor, Assembléia de Deus
Carlos Eduardo de Sousa e Silva – pastor, Igreja Cristã de Ipanema, RJ
Carlos Henrique Machado – líder Igreja Presbiteriana Aliança
Cláudio Silva – pastor de jovens, batista, RJ
Claudiniz Braga – diretor Escola de Missões Urbanas Avalanche, ES
Clemir Fernandes – pastor batista, RENAS Nacional, ISER, RJ
Daniel Checchio – pastor, Comunidade Evangélica do Bexiga, e Rede Social do Centro, SP
Daniel Moura – pastor, Missão Vida
Davi Lenço – pastor batista
Davina Castro – pastora, Igreja Batista Betânia de Sulacap, Centro de Cidadania e Ação Social (CCAS), RJ
Derval Dasilio – pastor, Igreja Presbiteriana Unida, Maruípe, ES
Devanir Oliveira – professor batista
Diego Machado – pastor batista, coordenador projeto Cristolândia Rio de Janeiro
Edval Campos Jr – pastor, coordenador ABENFI, SP
Edvandro Machado Cavalcante – pastor Metodista, coordenador Pastoral Carcerária Metodista, RJ
Edwin Ferraz – pastor batista
Eliezer de Souza da Silva – articulador Rede FALE Campinas, SP
Elizabeth de Almeida Silva – missionária, Jornal Recomeço, Leopoldina, MG
Erivaldo de Moura – pastor presbiteriano, SP
Fábio Py Murta de Almeida – professor, Seminário Batista do Sul
Gilson Batista Sobral – pastor batista, SP
Hélio Osmar Fernandes – pastor presbiteriano
Hernani Francisco da Silva – rede Afrokut, movimento Negros e Negras Cristãos
Humberto Costa – pastor batista, coordenador projeto Cristolândia São Paulo
Ianê Nohueira do Vale – presbítera, Igreja Presbiteriana do Brasil
Ingrid Sanchez Medeiros – Igreja Presbiteriana do Brasil
Ilson Ferreira de Souza Jr – líder juventude batista, SP
Jair de Castro Araújo – pastor, Igreja Presbiteriana de Sousas, Campinas, SP
Joel Zeferino – pastor batista
John Philip Medcraft – pastor, ACEV, Ação Evangélica, PB
Jorjão Rodrigues – adm. da Rede Cristã de Responsabilidade Social
José do Carmo da Silva (Zé do Egito) – reverendo metodista, MS
José Martins Júnior – pastor júnior, Igreja Batista Vila das Belezas
Júlio Oliveira – pastor Igreja Batista da Orla, São Gonçalo, RJ
Leandro Silva – pastor missionário, Associação de líderes evangélicos de Felipe Camarão (ALEF), RN
Leandro Barbosa – líder Comunidade Cristã Caverna de Adulão, MG
Leonara Almeida – articuladora Rede Fale São Paulo
Luciene Redondo de Freitas – assistente social, Igreja Batista do Povo
Luiz Paulo Saldanha – pastor presbiteriano
Marcelo Jaccoud da Costa – assistente social, Primeira Igreja Batista de Campo Grande, RJ
Márcia Torres – Igreja Apostólica Yaweh Shamah
Marco Davi – pastor batista
Marcos Custódio – diretor executivo ong CADI-Origem, Manaus, AM
Marcos Ribeiro – pastor, Escola Verbalizando Missões Urbanas, RJ
Narcus Vinícius Matos – rede FALE
Marli Marcandali – pastor, ministério JEAME, SP
Miguel Adailton da Silva – missionário Missão Ágape Brasil
Morgana Boostel – sec. executiva rede FALE
Narcy Wutzki – teólogo professor, Seminário Teológico Batista Independente
Natan de Castro – missionário ABU-Aliança Bíblica Universitária
Neil Barreto – pastor, Igreja Batista Betânia em Sulacap, RJ
Neto – pastor, Igreja Batista da Redenção
Nilton Lind – pastor batista, ES
Nelson Bento de Carvalho – pastor emérito, Igreja Evangélica Batista em Vila Guarani
Otildes Maria Michel Sanchez – presidente da FEPAS
Paulo Cesar Borges – pastor presbiteriano
Paulo Santiago – secretário, RENAS Campinas
Paulo Sérgio Falcarella – pastor da Igreja Batista do Povo, Curicica, RJ
Paulo Felipe da Penha – pastor batista
Rafael Lira – líder de Juventude Batista do Estado de São Paulo
Rafael Simões Vaillant – pastor batista, Coroado, Gauarapari, ES
Raul Nogueira – pastor Batista
Regina Meire do Nascimento – diretora ministério JEAME, SP
Reinaldo Júnior – pastor, Primeira Igreja Batista de São paulo
Remy Damasceno Lopes – pastor batista
Renan Porto – articulador rede FALE Uberaba
Renato de Arruda – pastor presbiteriano
Renato Saidel – pastor, sec. exec. Ação social Igreja Metodista 3ª região eclesiástica
Ricardo Ramos – pastor batista, coordenador de ação social PIB Campo Grande, RJ
Rodrigo Lins – pastor batista
Ronaldo Guimarães – pastor, Comunidade Cristã S8, RJ
Ronaldo Rutter – pastor batista
Ronilso Pacheco – Comunidade Cristã S8, RJ
Rosa Bonfim – líder Igreja Batista Independente de Gravataí – RS
Ruth Silva – reverenda metodista, pastoral da 3ª Idade, RJ
Sandra Mederos de Campos – pastora batista
Sérvulo Costa – pastor presbiteriana, Igreja Presbiteriana, PE
Sérgio Lun M. Santos – pastor, representante legal Aliança Evangélica Brasileira – AEB
Sérgio Oliveira – pastor batista
Sérgio Toledo – pastor metodista, SP
Silvana Grandi – coordenadora sócioambiental, Igreja Batista da Liberdade, SP
Silas Andrade, pastor batista, PIB em Ponto Chic, Nova Iguaçu, RJ
Tânia Wtzki, coordenadora FEPAS – Federação das Entidades e Projetos Assitencias da CIBI – Convenção Batista Independente
Tércio Sá Freire – pastor, Rede Evangélica Nacional de Ação Social, RENAS, SP
Tereza Cassab – pastora, coordenadora Desperta Débora, SP
Ubiratan da Silva – pastor, grupo gestor Rede de Agentes de proteção e Prevenção as Drogas, REAGE, PR
Valdimir Andrede Julio – pastor, Comunidade Evangélica O Grande Amor de Deus
Walcir Gomes da Silva – pastor batista
Waldir Luiz – pastor batista
Wellinton Pereira – pastor metodista, Visão Mundial Brasil
Wilma Rodrigues Ribeiro – Assistente social Igreja Evangélica O Mundo Para Cristo
Wilton Silva dos Santos – pastor PIB de Guaratinguetá

Nota do Olhar Erudito.

Sinceramente, a coisa está desmantelada no Brasil, essa manifestação favorável às drogas feita por homens que deveriam combatê-las é o triste aviso de que a igreja evangélica brasileira não vai bem. está havendo uma inversão de valores do tipo descrito porIsaías no capítulo 5 e verso 20 - Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo

Agora uma pergunta. Como combater o pecado se formos seu aliado?
Portanto meus amados, fiquem de olhos bem abertos, pois o fim se aproxima, ora, vem Senhor Jesus.

domingo, 9 de junho de 2013

O que o MEC quer implantar no Brasil - Orem para que essa vergonha não aconteça

Assessora Parlamentar denuncia pretensões do Ministério da Educação - MEC


Porque não acredito em pregações de autoajuda

Lamentavelmente, do Oiaopoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea. Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Infelizmente o que mais se ouve em nossos púlpitos é “você vai obter vitória”, “Você é um vencedor”, “tome posse da bênção”, “Use a palavra para trazer à existência as coisas que não existem”, “determine, decrete, diga para o irmão que está ao seu lado e bla, blá, blá…”

Para piorar a situação, nossos púlpitos estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de autoajuda. Nessa perspectiva, tenho sido testemunha de inúmeras pregações cujo foco final é a satisfação humana. Aliás, por acaso você já percebeu que boa parte dos pastores tem dado forte ênfase a técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias? Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores se tornaram psicólogos, mestres de autoajuda, afagadores do ego.Diante do exposto gostaria de elencar algumas razões porque não acredito em pregadores e pregações de autoajuda:

1- Pregadores de autoajuda pregam aquilo que o povo quer ouvir e não o que precisa ouvir.

2- Pregações de autoajuda tiram Cristo do foco. O foco central de mensagens deste tipo de mensagem é a satisfação humana.

3- Pregações de autoajuda são desprovidas de arrependimento, quebrantamento e centralidade das Escrituras.

4- Pregações de autoajuda não focam na glória de Deus. Para os pregadores do bem estar, o que importa é a busca pela plenitude de vida, ainda que com isso, Deus tenha que ser transformado em um menino de recados.

5- Pregadores de autoajuda não pregam sobre a volta de Cristo, sobre o Justo Juiz, nem tampouco sobre juízo vindouro, além é claro das doutrinas fundamentais a fé crista.

6- Pregadores de autoajuda são positivistas, muitas vezes pelagianos, e outras tantas animadores de auditório.

7- Pregadores de autoajuda não fundamentam suas mensagens nas Escrituras e sim naquilo que Freud e outros gurus da psicologia e psicanálise acreditavam ser bom para o homem.

8- Pregadores de autoajuda relativizaram as Escrituras em detrimento as suas percepções ideológicas.

9-Pregações de autoajuda, não pregam “Tota Scriptura” e sim somente aquilo que consideram conveniente.

10- Pregações de Autoajuda contribuem com uma visão distorcida do Eterno, fazendo de Deus um ser apequenado, cujo propósito de existência é satisfazer os caprichos humanos.

Caro leitor, à luz dessas afirmações confesso que sinto-me profundamente entristecido em ver que homens de Deus têm abandonado a suficiência das Escrituras em detrimento aos ensinamentos humanistas. Ora, sem a menor sombra de dúvidas a Bíblia é fonte inesgotável, incomparável, insubstituível, indispensável, inequívoca, indiscutível de sabedoria. As Escrituras Sagradas contém remédio para a psiquê. A Santa Palavra de Deus é o nosso maior e melhor manual de aconselhamento. Como bem disse o salmista: a Palavra de Deus é “perfeita e restaura a alma”; é “fiel e dá sabedoria aos símplices”; é correta e alegra o coração; é pura e “ilumina os olhos”. Seus ensinos são “mais desejáveis do que o ouro, mais do que muito ouro depurado”. Por meio dela, o povo de Deus é advertido, protegido do erro e de angústias, e, “em os guardar, há grande recompensa” (Sl 19.7-11).

Pense nisso!A
 
Extraído do Blog Púlpito Cristão